quinta-feira, 30 de julho de 2015
Lampejo, de volta e insone.
Eu tenho culpa por sentir demais?
A maioria dos textos que estão aqui, dos pensamentos que eu compartilhei (com alguém?) vem de uma sequência de pensamentos que nem sempre fazem sentido. São fruto, sobretudo, de noites que não deram em sono e sono que não deram em sonhos. É sempre uma bagunça. Uma bagunça que quanto mais se tenta esclarecer, pior fica.
Essa é uma dessas noites. Talvez porque me deu esse lampejo de vontade de voltar a escrever, por achar que finalmente tenho alguma coisa coerente para falar, não sei... Pode ser que no fim das contas tudo continue confuso e inexpressivo; mas acho que quando tudo parece desmoronar, a melhor opção ainda é retornar ao seu porto seguro. Talvez escrever seja esse porto seguro, afinal de contas.
Então é isso. Eu só precisava deixar aqui um registro de que escolhi expor o redemoinho que venho cultivando na minha cabeça nesses 23 anos, entre tempestades e calmarias.
Espero que esse lampejo não suma com a mesma velocidade em que veio.
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