Acho que não sei empilhar palavras e com isso definir quem sou. Na verdade, acho que as palavras não são as ferramentas ideais para mostrar ao mundo onde estive, as pessoas que conheci, o que fiz nesses anos em que estou por aqui e muito menos tudo o que acrescentei à minha essência.
Pelo visto nem mesmo as imagens que guardei dentro de mim são suficientes para me lembrar o que eu procurava ser e o que pensava que as pessoas ao meu redor eram, não bastam todos os sentimentos que nutri; foram todos construídos através da minha imagem do mundo.
E qual é a minha imagem para o mundo?
Dentro de mim, a infinidade de sonhos e idealizações de tudo; fora de mim, tudo aquilo que a linguagem e a imagem não me permitem fornecer do "eu".
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